Olá! Eu sou a Casa da Fonte. Nasci do desejo de um pai e uma mãe de darem uma casa espaçosa e segura para seus filhos. Dulce e Jorge viviam em uma região que era considerada central, lá na Rua Oscar Freire, e decidiram que, para seus dois filhos poderem ter espaço e uma vida saudável, deveriam vir para cá, uma região que, em 1970, era quase interior. Jorge era um homem com senso estético apurado, embora não tão audaz. O arquiteto que contrataram, no entanto, arriscou e me criou com linhas arrojadas para a época. Tenho várias paredes arredondadas, espaços que privilegiam a convivência e materiais de tão alta qualidade que, olha, posso até ser expandida para o alto, embora meus 225 metros quadrados construídos e o terreno de 485 metros quadrados sejam excepcionalmente espaçosos hoje em dia. Os tijolos usados em minhas paredes são recozidos, o que significa que são cerâmicos e têm mais resistência mecânica e menos porosidade que o usual. Como fui construída em um terreno da City, por sorte tenho espaço em todos os lados, porque nessa região as casas não podem ser geminadas. Posso me deliciar com sol pela manhã e à tarde, o que me deixa iluminada e aquecida em todos os momentos. Os acabamentos, ah, os acabamentos! O ipê usado no piso das salas e dos quartos é um luxo. Considerado uma madeira nobre, foi restaurado pelo meu atual tutor, o filho mais velho. E esse merece um comentário mais detalhado. Depois que os pais decidiram viver em um espaço menor, e com uma família que começava a se formar, ele veio para cá e cuidou de mim como se cuida de alguém da família, que é como eu sou considerada. Nos meus dois banheiros, ele não mexeu. Também, para quê? Eles são revestidos de uma pastilha de porcelana automotiva, do tipo que se usava em velas para carros. Não tente furá-las porque, além de lindas, elas são resistentes. Em um dos banheiros, aquele que serve os quartos dos filhos, a iluminação é natural, vinda do pé-direito altíssimo encimado por uma caixa dágua com capacidade para 5 mil litros. No outro, o que fica na suíte, há uma banheira. Não posso me queixar de falta de armários. Há desde versões embutidas para roupas em todos os quartos até muitos outros no corredor interno para guardar de tudo, de ferramentas a lembranças. Para os produtos de uso diário, um dos corredores laterais está repleto de espaços fechados. Ele, o meu atual tutor, fez algumas reformas. Colocou uma lareira no centro da sala para me manter aquecida nos invernos de São Paulo. Também ergueu muros na minha frente para que eu e a intimidade da família dele ficássemos protegidas. E trocou toda a minha fiação recentemente, já que a vida hoje em dia requer mais capacidade energética do que na época em que fui construída. Para ser bem ecológica, tenho placas solares para aquecer a água e pressurizador para ela sair bem forte em todas as minhas torneiras. Ele também adora cozinhar. Como hoje em dia ninguém mais tem funcionários vivendo em suas casas, ele ampliou minha cozinha, para que todos possam compartilhar momentos de prazer enquanto preparam as refeições servidas na minha sala de jantar, que comporta pelo menos oito pessoas. O quarto junto à área de serviço, que antes podia ser usado para abrigar uma pessoa que trabalhasse aqui, tornou-se uma despensa. Os jardins foram reformados agorinha, na pandemia. O verde das plantas recém-plantadas nos espaços na minha frente e nos fundos contrasta com o tom inacreditavelmente vivo da primavera que a Dulce, aquela mesma que um dia me sonhou, plantou junto ao muro. Para receber os amigos e dar suporte a essa planta tão especial, ele construiu uma churrasqueira para oito pessoas sentadas. Tudo novo, organizado, com materiais resistentes e adequados. E, porque queria dias e noites calmos e charmosos, junto a ela foi instalada uma fonte, e foi essa fonte que escolhi para ser meu nome. Sou a Casa da Fonte. Muito prazer. A cidade veio para perto de mim. A 800 metros está o Metrô Butantã. A menos de 500 metros, a Universidade São Judas e a Escola da Vila. Caminhando um pouquinho mais, está o Instituto Butantan. Se estiver a pé, pelo instituto se chega à USP em menos de 15 minutos, sempre cercado de muito verde. O Shopping Eldorado fica a 1 quilômetro. A avenida onde estou é larga, arborizada e com uma feirinha pequena e útil aos sábados, instalada no canteiro central lá no início, sem atrapalhar o trânsito, longe para não me incomodar, mas perto o suficiente para que se possa ir rapidamente. Sinta-se à vontade para me conhecer. Estou sempre de braços abertos para receber todos que querem, como lá no início Dulce e Jorge quiseram, qualidade de vida, tranquilidade e um futuro embalado pelas águas da minha fonte, frequentadas pelos pássaros que adoram as pitangas do meu jardim e por sonhos, quem sabe os seus. Preço e disponibilidade do imóvel sujeitos a alteração sem aviso prévio.
Casa
São Paulo / Jardim das Bandeiras
4 Dormitório(s)
4 Vaga(s)
R$ 2.500.000,00
Casa
São Paulo / Perdizes
3 Dormitório(s)
3 Vaga(s)
R$ 1.730.000,00
Casa
São Paulo / Parque da Mooca
4 Dormitório(s)
3 Vaga(s)
R$ 2.250.000,00
Casa
São Paulo / Mooca
3 Dormitório(s)
2 Vaga(s)
R$ 1.298.000,00
Casa
São Paulo / Butantã
4 Dormitório(s)
3 Vaga(s)
R$ 2.467.000,00
Casa
São Paulo / Vila Cordeiro
3 Dormitório(s)
4 Vaga(s)
R$ 2.600.000,00